Falta mão-de-obra em Cuiabá
(por João Bosquo)Estava ouvindo um comentário da Mirian Leitão, comentarista da Rede Globo, no qual ela diz que o mercado de trabalho no Brasil – ainda em função da crise mundial – estava diminuindo.
Não sei não.
No último domingo, 15 de novembro, quando sai de casa para ir na Feira do CPA, pelas 10 horas, um carro de som, anunciava que a empresa tal, construtora estava contratando pedreiros de reboco e azulegistas.
Conversei depois com dois pedreiros, com pontos de vista diferentes, mas ambos concordando que as empresas estavam pagando “pouco”. O primeiro alegou que não iria aparecer mão-de-obra porque há uma grande demanda de reformas e ampliação, principalmente neste período, quando algumas pessoas já estão recebendo parte do 13º salário.
O segundo lembrou que no interior do estado, um pedreiro está recebendo em torno R$ 800,00 enquanto em Cuiabá paga-se R$ 600. “Quem é que vai sair do interior pra vir para trabalhar aqui?”, questiona. Segundo esse mesmo pedreiro, a tendência daqui pra frente é aumentar o volume dos salários.
Tudo, segundo os dois, graças às obras do PAC.












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