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Abortos cometidos no mundo

A revisão de Blairo Maggi é mais real que parece

Não é só a Unemat que está revendo o conteúdo das provas que seriam aplicadas no megaconcurso do governo do Estado. Os políticos também está revendo seus projetos, com o governador Blairo Maggi encabeçando a lista.

O governador Blairo Maggi, que num primeiro momento, em função até por conta da doença da esposa, Terezinha Maggi, havia declarado que não iria se candidatar a nenhum cargo nas eleições 2010, “mesmo porque não queria ser escravo da política”, segundo as palavras dele. Foi forçado a rever o seu projeto e desdisse tudo e falou que iria se candidatar ao senado.

O projeto eleição ao Senado, parecia que estava de vento em popa. Os partidos fechando em torno de seu nome e de seu candidato, o vice-governador Silval Barbosa, a ordem era levar tudo na maciota até abril quando acontece a desincompatibilização.

Claro, tudo era calculado com 100% de acerto, que nada daria errado. Sem escândalo, sem nenhuma dissenção mais grave que a de Mauro Mendes, enfim um céu de brigadeiro até outubro do ano que vem quando seria ungido senador.

Ninguém, absolutamente ninguém em algum momento, colocou um “SE”, até para não quebrar o clima. Mesmo com todas as preocupações para não tirar a concentração do chefe, veio o cancelamento das provas do megaconcurso. O próprio governador reconheceu que foi o maior “tropeço” de seu governo. A Noelma Oliveira, a competente editora de Política do Diário de Cuiabá, registrou que o chefe está abatido. Esse abatimento, registrado durante a entrevista, casa com aquela informação aqui postada de que Blairo Maggi poderia rever o projeto de se afastar em abril.


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