Prefeito Wilson Santos vai ter que explicar a polêmica venda da RUA, Travessa do Cotovelo, localizada no histórico bairro do Porto ao Grupo Atacadão
( por Renê Dióz) O Ministério Público está de olho na polêmica venda, por parte da prefeitura de Cuiabá, da travessa Tufik Affi (popular Travessa do Cotovelo, no Porto) ao supermercado Atacadão, ocorrida em novembro. O promotor de Meio Ambiente, Gérson Barbosa, estipulou o prazo de 10 dias para que a administração municipal disponibilize documentos e informações que esclareçam a transação de mais de R$ 1,6 milhão, que ocorreu sem consulta popular.
É com base nas informações e nos documentos fornecidos pela Procuradoria Geral do município que Barbosa deverá se pautar, interferindo com alguma medida no caso da venda da travessa. A princípio, o promotor pondera a transação, observando que a travessa é um bem público e, por assim ser, a administração municipal não pode vendê-la. A travessa Tufik Affi mede cerca de 200 metros e serve como a primeira das duas alternativas de retorno à avenida XV de Novembro para os motoristas que trafegam na Beira-Rio.
Fonte: Diário de Cuiabá
><>Comentários meus, João Bosquo: O mais estranho de tudo, depois de digerir a informação, é que a venda foi por meio de um leilão público.
Nesse leilão, por esses mistérios que ninguém entende, apenas o Atacadão compareceu e deu o lance mínimo e levou de barbada uma rua.
Não é uma RUA qualquer, mas a Travessa do Cotovelo…
Ficamos feliz com a intromissão do Ministério Público. Sabemos que é difícil desfazer um negócio desses, principalmente quando o interesse público sobrepõe em prol da modernidade solidária.
Leia aqui o primeiro post sobre o assunto.












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